sexta-feira, 1 de agosto de 2025

Hortênsias no jardim - Como usar essa linda flor no paisagismo

Sem dúvida existe algo mágico em cultivar as hortênsias.

Não apenas pelas cores, que vão do branco puro ao azul intenso, passando por tons suaves de rosa e lilás, mas pela maneira de como elas transformam um jardim.

Em qualquer forma de cultivo, as hortênsias marcam sua presença. Seja em fileiras ao longo de um muro, seja agrupadas em grandes maciços floridos, elas criam uma sensação de frescor, leveza e harmonia. Ter no jardim uma única planta já chama atenção. Mas quando estão em grupo, é como se o jardim ganhasse uma pintura viva.

Hortênsias no jardim.

No paisagismo, as hortênsias são muito utilizadas por um motivo simples: elas unem beleza, volume e rusticidade. É uma excelente opção de planta para formar cercas-vivas, oferecendo mais privacidade aos ambientes. E mesmo quando não estão floridas, sua folhagem verde escura continua preenchendo bem o espaço.

Outro ponto a favor: são plantas que, quando bem cuidadas, florescem por muitos anos. E com o tempo, formam arbustos grandes, que viram o destaque do jardim.

Em casas de campo, parques, chácaras ou até em jardins urbanos, a presença das hortênsias sempre traz um toque romântico e acolhedor.

As hortênsias realmente se destacam com muita facilidade, principalmente quando estão no auge da floração. Não importa se estão em um jardim simples ou em um projeto mais elaborado, as hortênsias sempre chamam atenção.

Flor da hortênsia.

As hortênsias podem ser cultivadas de diferentes formas, dependendo do espaço e do efeito desejado no jardim. Em canteiros ou maciços são formas bem comuns de cultivar essa planta. Formando blocos floridos que chamam atenção à distância também. São muito usadas em vasos grandes, o que permite decorar varandas ou entradas.

Seja qual for a escolha, o resultado quase sempre é o mesmo: um jardim mais vivo e colorido. As Hortênsias têm o poder de transformar com facilidade qualquer espaço.


sábado, 12 de julho de 2025

Dicas gerais para cultivar Cenoura, Tomate-Cereja e Coentro

Dicas de Cultivo da Cenoura

A cenoura é uma hortaliça de raiz muito cultivada no Brasil e bastante apreciada por seu sabor e valor nutricional. Para um cultivo eficiente, é fundamental escolher bem o solo: ele deve ser fofo, profundo, bem drenado e sem pedras, pois raízes deformadas geralmente resultam de solos compactados ou com obstáculos. Solos arenosos são os ideais.

A semeadura é feita diretamente no local definitivo, pois a cenoura não tolera bem o transplante. As sementes devem ser colocadas a cerca de 0,5 a 1 cm de profundidade. Após a germinação, que pode levar de 7 a 14 dias, é importante realizar o desbaste (selecionar as melhores mudas), deixando cerca de 5 cm de espaço entre plantas.

O cultivo exige rega frequente, principalmente durante a germinação e o desenvolvimento inicial da planta. Porém, evite encharcar o solo, pois o excesso de água favorece doenças fúngicas e apodrecimento das raízes.

A cenoura prefere clima ameno, com temperaturas entre 15 °C e 25 °C. Em regiões muito quentes, o desenvolvimento pode ser prejudicado, resultando em raízes fibrosas. A colheita pode ser feita em cerca de 70 a 100 dias, dependendo da variedade e do clima.

É essencial manter o canteiro livre de ervas daninhas e evitar o uso excessivo de adubos nitrogenados, que favorecem o crescimento da parte aérea em detrimento das raízes.


Dicas de Cultivo do Tomate-Cereja

O tomate-cereja é ideal para pequenos espaços e hortas urbanas. Pode ser cultivado em vasos, jardineiras ou diretamente no solo, desde que receba bastante sol: pelo menos umas 5 horas de luz direta por dia.

A escolha do solo é crucial. Deve ser fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica. Uma boa mistura é terra vegetal com composto orgânico ou húmus de minhoca. A semeadura pode ser feita em sementeiras e, após cerca de 15 a 20 dias, as mudas com 10 a 15 cm podem ser transplantadas.

O tomate cereja precisa de apoio (tutores ou estacas) para crescer de forma ordenada e evitar que os frutos fiquem em contato com o solo, o que aumenta o risco de pragas. O espaçamento ideal é de 40 cm entre plantas. Durante o crescimento, é recomendado retirar os brotos laterais (desbrota) para favorecer a produção de frutos.

A rega deve ser regular, mas sem encharcamento. É melhor regar na base da planta, evitando molhar as folhas. Isso previne o surgimento de fungos como o míldio e o oídio. O tomateiro aprecia temperaturas entre 20 °C e 28 °C e precisa de sol pleno para produzir bem.

A colheita geralmente começa 60 a 80 dias após o plantio e se estende por várias semanas. Os frutos devem ser colhidos quando estiverem bem coloridos e firmes. Com os cuidados certos, é possível ter uma colheita abundante mesmo em espaços pequenos.


Dicas de Cultivo do Coentro

O coentro é uma erva aromática muito utilizada na culinária brasileira, especialmente no Norte e Nordeste. Por ser uma planta de ciclo curto, é ideal para quem deseja colheitas rápidas. Seu cultivo é simples e pode ser feito em canteiros, vasos ou jardineiras.

A semeadura deve ser feita diretamente no local definitivo, pois o coentro não tolera bem o transplante. As sementes devem ser lançadas em sulcos com 1 a 2 cm de profundidade e espaçamento de cerca de 15 a 20 cm entre linhas. Após a germinação, que pode ocorrer em até 20 dias, pode-se fazer o desbaste, deixando as plantas mais vigorosas, mas muitas vezes isso não é necessário.

O solo ideal é solto, fértil e bem drenado, com boa quantidade de matéria orgânica. As regas devem ser frequentes, especialmente nos primeiros dias, mantendo o solo sempre úmido, mas não encharcado.

O coentro se desenvolve melhor em clima ameno a quente, com temperaturas entre 18 °C e 30 °C. Em regiões muito quentes, o ideal é plantar em locais que recebam sol direto pela manhã e sombra à tarde, para evitar o florescimento precoce, que reduz a qualidade das folhas.

A colheita pode ser feita em cerca de 30 a 40 dias após a semeadura. É possível colher mais de uma vez, desde que o corte não danifique a planta inteira.


terça-feira, 1 de julho de 2025

Como produzir mudas da Lampranthus

O Lampranthus, com suas flores vibrantes e folhas suculentas, é uma planta ideal para jardins ensolarados e de baixa manutenção. Uma das melhores formas de multiplicá-la é pela estaquia de galhos, um método simples e rápido.

Lampranthus.

Para começar, escolha ramos saudáveis da planta-mãe. O ideal é selecionar galhos que estejam firmes, sem sinais de pragas ou doenças, e que não estejam florindo no momento. O comprimento do galho deve ser de cerca de 8 a 12 centímetros. Com uma tesoura de poda bem afiada e limpa, faça o corte.

Após o corte, remova as folhas da base do galho, deixando apenas a parte superior com algumas folhas. Isso evita o apodrecimento das folhas em contato com o solo e estimula a planta a concentrar energia na formação das raízes.

Prepare um vaso com um substrato leve e bem drenado. Pode ser com a mesma terra que é usada em outras plantas no jardim, o importante é que seja uma terra de fácil drenagem e boa para plantio.  

Galho para fazer a muda.

Enterre a base do galho no solo, pressionando levemente ao redor. Essa parte é muito importante, o galho precisa mesmo ficar bem plantado. Se o galho ficar solto ele pode apodrecer.

Depois de plantadas, coloque as estacas em local bem iluminado, mas sem sol direto nas primeiras semanas. O substrato deve ser mantido úmido, mas nunca encharcado. Borrifar água com frequência pode ser suficiente, dependendo do clima da sua região. O excesso de umidade pode causar apodrecimento.

Galhos plantados.

O enraizamento geralmente ocorre entre duas a quatro semanas, e você pode verificar se a muda já pegou observando o surgimento de novas folhas. De forma geral, é possível ter uma muda com raízes para plantio em local definitivo após 1 mês.


segunda-feira, 2 de junho de 2025

As 3 principais podas que devemos fazer no jardim

Podar é muito mais do que cortar galhos. Existem 3 tipos de podas que são fundamentais para manter as plantas bonitas e se desenvolvendo.

1) Poda de limpeza

A poda de limpeza é a mais básica e frequente. Essa é a poda que mais vamos fazer no jardim. Na poda de limpeza retiramos folhas e galhos secos, doentes ou danificadas da planta. Também se retiram folhas e galhos que estejam atrapalhando a ventilação e a entrada de luz.

Esse tipo de poda é essencial para prevenir pragas e doenças. Ramos secos ou podres podem servir de abrigo para fungos, insetos e bactérias, que se espalham rapidamente. Além disso, ao limpar a planta, promovemos melhor circulação de ar, o que é fundamental para a saúde da planta.

2) Poda de formação

Na poda de formação, um dos objetivos principais é moldar a estrutura da planta, guiando o crescimento dos ramos principais. É muito usada em árvores frutíferas, cercas vivas e plantas ornamentais.

Ao definir quais galhos devem crescer e quais devem ser removidos, garantimos uma copa mais equilibrada, com boa distribuição de galhos, o que facilita a manutenção e a colheita no futuro. Ao fazer essa poda, a planta cresce de forma mais forte e estável, o que evita tombamentos ou quebras em ventos fortes.

Essa poda deve ser feita com cuidado, respeitando o ciclo de crescimento da espécie. Mas de forma geral, é realizada no fim do inverno ou início da primavera.

3) Poda de controle de crescimento

Já a poda de controle de crescimento tem como principal objetivo limitar o tamanho da planta. É muito usada em jardins pequenos, em vasos e também para manter o paisagismo harmônico. Também ajuda a estimular a brotação de novos ramos e flores, tornando a planta mais densa e vistosa.

Por exemplo, imagine uma planta trepadeira que começa a invadir uma área indesejada, a poda de controle deve ser feita para impedir que ela continue avançando. 

Essa poda exige atenção, cortar demais pode enfraquecer a planta, por isso é importante sempre observar seu ritmo de recuperação e crescimento.


segunda-feira, 5 de maio de 2025

Deck de encaixe para transformar ambientes

O deck de encaixe é uma solução moderna e prática para quem deseja renovar áreas externas ou internas com rapidez e estilo. Geralmente é feito de madeira, plástico ou material composto, costuma vir em placas modulares com um sistema de encaixe super simples – é como um um quebra-cabeça – por ser de encaixe, não é necessário fazer uso de ferramentas, parafusos ou cola.

Sua instalação é mesmo muito fácil: basta posicionar as placas sobre uma superfície nivelada e encaixá-las entre si. Em pouco tempo é possível dar um novo visual ao ambiente. Além disso, alguns modelos como esse que tenho, são fáceis de cortar as peças em pedaços menores.

É perfeito para varandas, quintais, jardins ou até mesmo ambientes internos, o deck de encaixe também é fácil de limpar e resistente à umidade. Se você procura algo fácil de instalar e que seja elegante, esse tipo de deck pode ser uma ótima opção.

Deck na varanda.

É uma solução excelente para quem gosta de mudar o visual da casa. Se não quiser mais o deck, basta desmontar e guardar. Se quiser mudar o deck de ambiente, basta desmontar e montar novamente no ambiente desejado.

Para mostrar como é fácil, no vídeo abaixo, vou desmontar e montar novamente um pedaço do meu deck que já estava instalado na varanda. É realmente super rápido. As peças se soltam com facilidade, sem quebrar ou danificar, graças ao sistema inteligente de encaixe.