Aprenda nesse blog como fazer mudas de suas plantas, produzir adubo em casa, técnicas de cultivo, como ter uma horta em casa e muitas outras dicas de jardinagem!
Cuidar de uma horta exige atenção constante não apenas à rega, adubação e poda, mas também ao risco de ataque de pragas. Pequenos insetos e microrganismos podem comprometer a saúde das plantas e reduzir significativamente a produtividade. A inspeção regular e o manejo adequado ajudam a manter o equilíbrio, evitando perdas e garantindo alimentos mais saudáveis.
A seguir, veja os principais motivos para manter atenção ao controle de pragas:
1) Manter a saúde das plantas
As pragas podem enfraquecer rapidamente as hortaliças, sugando seiva, roendo folhas ou atacando raízes.
Plantas debilitadas crescem menos, produzem menos frutos e ficam mais suscetíveis a doenças.
A atenção precoce evita que pequenos problemas se tornem grandes prejuízos.
2) Garantir uma produção de qualidade
Uma horta livre de pragas tende a produzir alimentos mais vistosos, saborosos e nutritivos.
Folhas, frutos e raízes atacados ficam manchados, deformados ou impróprios para consumo.
O monitoramento constante preserva a aparência e a qualidade final da colheita.
3) Reduzir a necessidade de agrotóxicos
A identificação rápida de pragas permite o uso de soluções naturais ou mecânicas, sem recorrer a produtos químicos agressivos.
Isso garante alimentos mais saudáveis, seguros para quem consome e menos nocivos ao meio ambiente.
O uso consciente de técnicas preventivas evita custos desnecessários com defensivos.
4) Promover equilíbrio ecológico
Nem todos os insetos encontrados na horta são prejudiciais: alguns são aliados, como joaninhas e abelhas.
Observar atentamente permite distinguir pragas de insetos benéficos, protegendo a biodiversidade.
O equilíbrio entre espécies contribui para uma horta sustentável e resiliente.
5) Evitar perdas econômicas e de tempo
Uma infestação não controlada pode destruir semanas de cuidado e investimento.
A prevenção reduz retrabalho, necessidade de replantio e desperdício de insumos.
Hortas produtivas garantem maior retorno, seja para consumo próprio ou comercialização.
6) Fortalecer boas práticas de cultivo
O hábito de inspecionar regularmente as plantas incentiva maior conhecimento sobre cada espécie cultivada.
Técnicas como rotação de culturas, uso de repelentes naturais e armadilhas simples se tornam parte da rotina.
O agricultor desenvolve sensibilidade para perceber sinais precoces de desequilíbrio.
Ter atenção ao ataque de pragas é muito importante para preservar a vitalidade da horta, proteger a colheita e manter a sustentabilidade do cultivo, garantindo alimentos de melhor qualidade e práticas agrícolas mais responsáveis.
Use um substrato rico em matéria orgânica e de boa drenagem.
Após o plantio, faça uma rega inicial e mantenha o solo levemente úmido até a germinação.
Dica: Plante 2 ou 3 sementes e depois mantenha apenas a muda mais saudável.
2) Desenvolvimento da muda
Nos primeiros dias, a muda cresce rápido e produz folhas grandes.
Ofereça pelo menos 6 horas de sol direto por dia. Quanto mais luz, melhor o crescimento.
Regue de forma moderada: o solo deve estar úmido, mas nunca encharcado.
Durante as 3 a 4 primeiras semanas, o cuidado principal é garantir sol, rega e atenção contra pragas.
3) Podas e manutenção
À medida que surgem novas folhas, retire as folhas velhas.
Podas leves podem ajudar a estimular o surgimento de novas folhas.
4) Flores da abobrinha
As flores começam a aparecer entre 5 e 6 semanas após a germinação (podendo variar conforme clima, sol e adubação).
A planta produz dois tipos de flores:
Flor macho: nasce primeiro, tem um cabo longo e fino, libera o pólen.
Flor fêmea: tem uma mini abobrinha na base.
Para formar o fruto, o pólen da flor macho precisa chegar até a flor fêmea. Normalmente, esse trabalho é feito por insetos. Caso não haja polinizadores, você pode fazer manualmente: transfira o pólen da flor macho para a fêmea.
5) Colheita
A primeira colheita acontece por volta das 8 semanas, mas isso pode variar.
Melhor momento: quando a abobrinha tem entre 12 e 20 cm, casca firme porém macia e cor verde viva.
Frutos muito grandes ficam com a casca dura, sementes grossas e polpa fibrosa, além de reduzirem a produção da planta.
Prefira colher mais cedo: a abobrinha fica mais saborosa e estimula novas produções.
Abobrinha pronta para colheita.
6) Como colher corretamente
Use tesoura de poda ou faca afiada para cortar o fruto.
Evite torcer ou puxar, pois isso pode danificar o caule e prejudicar a produção.
Uma colheita limpa e rápida ajuda a manter a planta saudável.
Dica final: Quanto maior o vaso, melhor será o desenvolvimento das raízes e da planta como um todo. Mesmo em vasos menores é possível colher boas abobrinhas, desde que haja cuidado extra com rega, adubação e acompanhamento.
Sem dúvida existe algo mágico em cultivar as hortênsias.
Não apenas pelas cores, que vão do branco puro ao azul intenso, passando por tons suaves de rosa e lilás, mas pela maneira de como elas transformam um jardim.
Em qualquer forma de cultivo, as hortênsias marcam sua presença. Seja em fileiras ao longo de um muro, seja agrupadas em grandes maciços floridos, elas criam uma sensação de frescor, leveza e harmonia. Ter no jardim uma única planta já chama atenção. Mas quando estão em grupo, é como se o jardim ganhasse uma pintura viva.
Hortênsias no jardim.
No paisagismo, as hortênsias são muito utilizadas por um motivo simples: elas unem beleza, volume e rusticidade. É uma excelente opção de planta para formar cercas-vivas, oferecendo mais privacidade aos ambientes. E mesmo quando não estão floridas, sua folhagem verde escura continua preenchendo bem o espaço.
Outro ponto a favor: são plantas que, quando bem cuidadas, florescem por muitos anos. E com o tempo, formam arbustos grandes, que viram o destaque do jardim.
Em casas de campo, parques, chácaras ou até em jardins urbanos, a presença das hortênsias sempre traz um toque romântico e acolhedor.
As hortênsias realmente se destacam com muita facilidade, principalmente quando estão no auge da floração. Não importa se estão em um jardim simples ou em um projeto mais elaborado, as hortênsias sempre chamam atenção.
Flor da hortênsia.
As hortênsias podem ser cultivadas de diferentes formas, dependendo do espaço e do efeito desejado no jardim. Em canteiros ou maciços são formas bem comuns de cultivar essa planta. Formando blocos floridos que chamam atenção à distância também. São muito usadas em vasos grandes, o que permite decorar varandas ou entradas.
Seja qual for a escolha, o resultado quase sempre é o mesmo: um jardim mais vivo e colorido. As Hortênsias têm o poder de transformar com facilidade qualquer espaço.
A cenoura é uma hortaliça de raiz muito cultivada no Brasil e bastante apreciada por seu sabor e valor nutricional. Para um cultivo eficiente, é fundamental escolher bem o solo: ele deve ser fofo, profundo, bem drenado e sem pedras, pois raízes deformadas geralmente resultam de solos compactados ou com obstáculos. Solos arenosos são os ideais.
A semeadura é feita diretamente no local definitivo, pois a cenoura não tolera bem o transplante. As sementes devem ser colocadas a cerca de 0,5 a 1 cm de profundidade. Após a germinação, que pode levar de 7 a 14 dias, é importante realizar o desbaste (selecionar as melhores mudas), deixando cerca de 5 cm de espaço entre plantas.
O cultivo exige rega frequente, principalmente durante a germinação e o desenvolvimento inicial da planta. Porém, evite encharcar o solo, pois o excesso de água favorece doenças fúngicas e apodrecimento das raízes.
A cenoura prefere clima ameno, com temperaturas entre 15 °C e 25 °C. Em regiões muito quentes, o desenvolvimento pode ser prejudicado, resultando em raízes fibrosas. A colheita pode ser feita em cerca de 70 a 100 dias, dependendo da variedade e do clima.
É essencial manter o canteiro livre de ervas daninhas e evitar o uso excessivo de adubos nitrogenados, que favorecem o crescimento da parte aérea em detrimento das raízes.
Dicas de Cultivo do Tomate-Cereja
O tomate-cereja é ideal para pequenos espaços e hortas urbanas. Pode ser cultivado em vasos, jardineiras ou diretamente no solo, desde que receba bastante sol: pelo menos umas 5 horas de luz direta por dia.
A escolha do solo é crucial. Deve ser fértil, bem drenado e enriquecido com matéria orgânica. Uma boa mistura é terra vegetal com composto orgânico ou húmus de minhoca. A semeadura pode ser feita em sementeiras e, após cerca de 15 a 20 dias, as mudas com 10 a 15 cm podem ser transplantadas.
O tomate cereja precisa de apoio (tutores ou estacas) para crescer de forma ordenada e evitar que os frutos fiquem em contato com o solo, o que aumenta o risco de pragas. O espaçamento ideal é de 40 cm entre plantas. Durante o crescimento, é recomendado retirar os brotos laterais (desbrota) para favorecer a produção de frutos.
A rega deve ser regular, mas sem encharcamento. É melhor regar na base da planta, evitando molhar as folhas. Isso previne o surgimento de fungos como o míldio e o oídio. O tomateiro aprecia temperaturas entre 20 °C e 28 °C e precisa de sol pleno para produzir bem.
A colheita geralmente começa 60 a 80 dias após o plantio e se estende por várias semanas. Os frutos devem ser colhidos quando estiverem bem coloridos e firmes. Com os cuidados certos, é possível ter uma colheita abundante mesmo em espaços pequenos.
Dicas de Cultivo do Coentro
O coentro é uma erva aromática muito utilizada na culinária brasileira, especialmente no Norte e Nordeste. Por ser uma planta de ciclo curto, é ideal para quem deseja colheitas rápidas. Seu cultivo é simples e pode ser feito em canteiros, vasos ou jardineiras.
A semeadura deve ser feita diretamente no local definitivo, pois o coentro não tolera bem o transplante. As sementes devem ser lançadas em sulcos com 1 a 2 cm de profundidade e espaçamento de cerca de 15 a 20 cm entre linhas. Após a germinação, que pode ocorrer em até 20 dias, pode-se fazer o desbaste, deixando as plantas mais vigorosas, mas muitas vezes isso não é necessário.
O solo ideal é solto, fértil e bem drenado, com boa quantidade de matéria orgânica. As regas devem ser frequentes, especialmente nos primeiros dias, mantendo o solo sempre úmido, mas não encharcado.
O coentro se desenvolve melhor em clima ameno a quente, com temperaturas entre 18 °C e 30 °C. Em regiões muito quentes, o ideal é plantar em locais que recebam sol direto pela manhã e sombra à tarde, para evitar o florescimento precoce, que reduz a qualidade das folhas.
A colheita pode ser feita em cerca de 30 a 40 dias após a semeadura. É possível colher mais de uma vez, desde que o corte não danifique a planta inteira.
O Lampranthus, com suas flores vibrantes e folhas suculentas, é uma planta ideal para jardins ensolarados e de baixa manutenção. Uma das melhores formas de multiplicá-la é pela estaquia de galhos, um método simples e rápido.
Lampranthus.
Para começar, escolha ramos saudáveis da planta-mãe. O ideal é selecionar galhos que estejam firmes, sem sinais de pragas ou doenças, e que não estejam florindo no momento. O comprimento do galho deve ser de cerca de 8 a 12 centímetros. Com uma tesoura de poda bem afiada e limpa, faça o corte.
Após o corte, remova as folhas da base do galho, deixando apenas a parte superior com algumas folhas. Isso evita o apodrecimento das folhas em contato com o solo e estimula a planta a concentrar energia na formação das raízes.
Prepare um vaso com um substrato leve e bem drenado. Pode ser com a mesma terra que é usada em outras plantas no jardim, o importante é que seja uma terra de fácil drenagem e boa para plantio.
Galho para fazer a muda.
Enterre a base do galho no solo, pressionando levemente ao redor. Essa parte é muito importante, o galho precisa mesmo ficar bem plantado. Se o galho ficar solto ele pode apodrecer.
Depois de plantadas, coloque as estacas em local bem iluminado, mas sem sol direto nas primeiras semanas. O substrato deve ser mantido úmido, mas nunca encharcado. Borrifar água com frequência pode ser suficiente, dependendo do clima da sua região. O excesso de umidade pode causar apodrecimento.
Galhos plantados.
O enraizamento geralmente ocorre entre duas a quatro semanas, e você pode verificar se a muda já pegou observando o surgimento de novas folhas. De forma geral, é possível ter uma muda com raízes para plantio em local definitivo após 1 mês.
Podar é muito mais do que cortar galhos. Existem 3 tipos de podas que são fundamentais para manter as plantas bonitas e se desenvolvendo.
1) Poda de limpeza
A poda de limpeza é a mais básica e frequente. Essa é a poda que mais vamos fazer no jardim. Na poda de limpeza retiramos folhas e galhos secos, doentes ou danificadas da planta. Também se retiram folhas e galhos que estejam atrapalhando a ventilação e a entrada de luz.
Esse tipo de poda é essencial para prevenir pragas e doenças. Ramos secos ou podres podem servir de abrigo para fungos, insetos e bactérias, que se espalham rapidamente. Além disso, ao limpar a planta, promovemos melhor circulação de ar, o que é fundamental para a saúde da planta.
2) Poda de formação
Na poda de formação, um dos objetivos principais é moldar a estrutura da planta, guiando o crescimento dos ramos principais. É muito usada em árvores frutíferas, cercas vivas e plantas ornamentais.
Ao definir quais galhos devem crescer e quais devem ser removidos, garantimos uma copa mais equilibrada, com boa distribuição de galhos, o que facilita a manutenção e a colheita no futuro. Ao fazer essa poda, a planta cresce de forma mais forte e estável, o que evita tombamentos ou quebras em ventos fortes.
Essa poda deve ser feita com cuidado, respeitando o ciclo de crescimento da espécie. Mas de forma geral, é realizada no fim do inverno ou início da primavera.
3) Poda de controle de crescimento
Já a poda de controle de crescimento tem como principal objetivo limitar o tamanho da planta. É muito usada em jardins pequenos, em vasos e também para manter o paisagismo harmônico. Também ajuda a estimular a brotação de novos ramos e flores, tornando a planta mais densa e vistosa.
Por exemplo, imagine uma planta trepadeira que começa a invadir uma área indesejada, a poda de controle deve ser feita para impedir que ela continue avançando.
Essa poda exige atenção, cortar demais pode enfraquecer a planta, por isso é importante sempre observar seu ritmo de recuperação e crescimento.
O deck de encaixe é uma solução moderna e prática para quem deseja renovar áreas externas ou internas com rapidez e estilo. Geralmente é feito de madeira, plástico ou material composto, costuma vir em placas modulares com um sistema de encaixe super simples – é como um um quebra-cabeça – por ser de encaixe, não é necessário fazer uso de ferramentas, parafusos ou cola.
Sua instalação é mesmo muito fácil: basta posicionar as placas sobre uma superfície nivelada e encaixá-las entre si. Em pouco tempo é possível dar um novo visual ao ambiente. Além disso, alguns modelos como esse que tenho, são fáceis de cortar as peças em pedaços menores.
É perfeito para varandas, quintais, jardins ou até mesmo ambientes internos, o deck de encaixe também é fácil de limpar e resistente à umidade. Se você procura algo fácil de instalar e que seja elegante, esse tipo de deck pode ser uma ótima opção.
Deck na varanda.
É uma solução excelente para quem gosta de mudar o visual da casa. Se não quiser mais o deck, basta desmontar e guardar. Se quiser mudar o deck de ambiente, basta desmontar e montar novamente no ambiente desejado.
Para mostrar como é fácil, no vídeo abaixo, vou desmontar e montar novamente um pedaço do meu deck que já estava instalado na varanda. É realmente super rápido. As peças se soltam com facilidade, sem quebrar ou danificar, graças ao sistema inteligente de encaixe.
O deck é uma excelente opção para deixar a varanda da sua casa mais elegante e aconchegante. É basicamente um tipo de piso elevado, geralmente feito de madeira natural ou materiais sintéticos, que deixa os ambientes externos mais bonitos. Porém, como qualquer escolha de acabamento, a instalação do deck na varanda apresenta vantagens e desvantagens.
3 vantagens de instalar um deck na varanda:
1) Estética e valorização do imóvel
O deck traz um visual moderno e natural, transformando a varanda em um ambiente mais charmoso. Além disso, esse tipo de acabamento valoriza o imóvel, tornando-o mais atraente para futuras negociações ou locações.
2) Conforto térmico e tátil
Ao contrário de pisos frios como cerâmica ou porcelanato, o deck, especialmente o de madeira, é mais agradável ao toque. No verão, ele não esquenta tanto, e no inverno, não fica tão gelado.
3) Diferentes formas de usar
Com o deck, a varanda pode ser usada de várias maneiras: como um espaço de descanso, uma área gourmet ou para criar um jardim, combinando diferentes tipos de vasos, plantas e pedras com o deck instalado. Ele se adapta bem a diferentes estilos de decoração e necessidades.
3 desvantagens de instalar um deck na varanda:
1) Manutenção
Principalmente se for um deck de madeira, é necessário cuidados frequentes. Como por exemplo a aplicação de verniz ou óleo protetor para evitar o desgaste, ressecamento, fungos ou ataque de cupins.
2) Custo inicial de instalação mais alto
Comparado a outros tipos de piso, ou até mesmo à grama artificial que eu já mostrei aqui no blog, o deck geralmente tem um custo de instalação mais alto. Especialmente quando se opta por materiais nobres e se for necessário contratar mão de obra especializada.
Porém, hoje em dia já existem no mercado opções de decks de encaixe, como esse que tenho aqui na minha varanda, que são fáceis de instalar.
3) Sensibilidade ao clima
Mesmo com proteção, a madeira natural pode sofrer com as mudanças de tempo. Exposição prolongada ao sol e à umidade pode causar empenamentos, rachaduras ou descoloração ao longo do tempo. Existem decks com materiais mais resistentes, mas ainda assim, as mudanças de tempo podem causar danos a médio e a longo prazo.
Uma dica antes de decidir sobre instalar ou não um deck na varanda, é analisar principalmente o tipo de material que será utilizado, entender como ele pode ser afetado pelo clima do local onde ele será instalado e todos os custos de manutenção do material escolhido.
Muitas pessoas optam por vasos sem furos para decorar ambientes internos, pois eles são mais bonitos e evitam vazamentos de água que podem sujar móveis e pisos. Porém, para cultivar plantas diretamente nesses vasos é necessário ter bastante atenção. Isso porque a falta de drenagem adequada pode levar ao acúmulo de água, favorecendo o apodrecimento das raízes e o desenvolvimento de fungos e bactérias.
A maneira mais recomendada de usar esses vasos é com um sistema de cachepot. Nesse caso, a planta é cultivada em um vaso comum com furos e depois colocada dentro do vaso decorativo sem furos. Dessa forma, o excesso de água pode escorrer normalmente, garantindo a saúde das raízes. Se por alguma razão acumular muita água no fundo, basta retirar o vaso interno para descartar o excesso de água após a rega.
Mas e se você quiser plantar diretamente em um vaso sem furos? Isso é possível, mas exige alguns cuidados extras. O principal deles é criar uma camada de drenagem no fundo do vaso, utilizando argila expandida, pedras ou cascalho, seguida por um pedaço de manta para separar essa camada do substrato. Isso ajuda a evitar que o solo fique encharcado. E o mais importante, regar com muita moderação. Uma dica útil é usar um borrifador ou regador de bico fino para controlar melhor a quantidade de água.
Outra estratégia é escolher plantas que toleram solos mais secos, como suculentas e cactus, que precisam de menos água e se adaptam melhor a essas condições. Também é interessante observar a umidade do solo antes de regar novamente, para evitar excessos.
Com os cuidados certos, é possível manter suas plantas saudáveis mesmo em vasos sem furos. O segredo está no controle da umidade e na escolha das espécies mais adequadas para esse tipo de cultivo.
A hortelã é uma erva aromática muito utilizada na culinária e seu cultivo é super fácil, mas evite cultivar essa planta junto com outras plantas. O ideal é cultivar a hortelã sempre sozinha em um vaso separado.
A hortelã possui um sistema radicular invasivo. Ou seja, as suas raízes se espalham de forma rápida, ocupando todo o espaço no solo e competindo por nutrientes e água com as outras plantas. Com isso a hortelã vai prejudicar o desenvolvimento das outras plantas.
Outro ponto importante a se levar em consideração, é que a hortelã cresce de forma muito densa, podendo criar sombras ao redor de outras espécies. E as plantas que precisam de sol pleno, podem sofrer bastante com essas sombras causadas pela hortelã.
Hortelã em vaso
Mais uma questão a considerar são as necessidades específicas de solo e água, que podem não ser compatíveis com outras plantas. Nesse ponto, até é possível encontrar outras plantas que sejam mais compatíveis, e que assim como a hortelã, apreciem por exemplo, solos levemente úmidos. Na mesma é mais um ponto para ter atenção, e juntando com os mencionados anteriormente, o ideal é mesmo cultivar a hortelã sozinha.
De preferência, cultive a hortelã em um vaso isolado, se isso não for possível e ela tiver que ser cultivada em um canteiro ou uma jardineira com outras plantas, tente criar algum tipo de barreira física que impeça a propagação de suas raízes.
A rabo-de-burro é ideal para vasos suspensos graças ao seu crescimento pendente e folhas em forma de gota que se dispõem como uma cascata. Essa planta é extremamente ornamental e se destaca em qualquer ambiente.
A principal razão pela qual é perfeita para vasos suspensos é o modo como seus ramos podem crescer, além de atingirem facilmente os 60 cm de comprimento, no geral, seus galhos estão sempre cheios de folhas e a planta produz muitos galhos, e esses pontos são fundamentais para ter um vaso suspenso bonito. Por conta dessas características, ela também se torna uma excelente opção para jardins verticais.
Rabo-de-burro
Um ponto importante ao cultivar a suculenta rabo-de-burro é que suas folhas são extremamente sensíveis e podem cair com muita facilidade, até mesmo com o menor toque. Por isso, além de manuseá-la com cuidado ao regar ou mover o vaso, é fundamental escolher bem o local onde a planta ficará. Evite posicioná-la em áreas de grande circulação, como corredores ou perto de portas, onde as pessoas podem esbarrar nela acidentalmente. Isso não apenas pode danificar os delicados ramos, mas também compromete a aparência da planta. Portanto, prefira um local seguro e tranquilo, onde a planta fique protegida da melhor maneira possível.
A grama artificial é uma excelente opção que substitui a grama natural em diversos ambientes, como jardins, campos esportivos e áreas de lazer. Ela é feita com materiais sintéticos de alta durabilidade, que oferecem a aparência e a textura de uma grama verdadeira. Além disso, ela se mantém verde e vibrante o ano todo, mesmo em condições climáticas adversas, como por exemplo em locais de sol muito forte ou chuvas constantes, sendo ideal para quem busca praticidade.
Uma grande vantagem da grama artificial é a não necessidade de manutenção. Também é uma escolha sustentável, pois não é preciso fazer uso de fertilizantes ou pesticidas, que podem ser prejudiciais ao meio ambiente. Os modelos mais modernos oferecem uma textura macia e natural, o que proporciona conforto e segurança para diversas atividades, como por exemplo a prática de esportes.
No vídeo abaixo estão 3 dos melhores vídeos já publicados aqui no blog e no canal sobre a grama artificial, onde falamos sobre as vantagens e desvantagens, se vale a pena ou não instalar e como fazer a limpeza.
1) Alimentos frescos e saudáveis: Ter uma horta em casa garante que você tenha sempre alimentos frescos e livres de agrotóxicos. Isso contribui para uma alimentação mais saudável, rica em nutrientes, além de evitar o consumo de químicos prejudiciais à saúde.
2) Economia doméstica: Cultivar seus próprios vegetais e ervas reduz os gastos com alimentos, já que muitas plantas podem ser colhidas por longos períodos. Mesmo com uma horta em vasos, é possível economizar em produtos como tomate e temperos.
3) Sustentabilidade: Manter uma horta em casa é uma prática sustentável, já que você contribui para a redução de embalagens e do desperdício de alimentos. Além disso, o cultivo local diminui a necessidade de transporte de alimentos, reduzindo a emissão de gases poluentes.
4) Melhora da saúde mental: A jardinagem é uma atividade relaxante, que alivia o estresse e melhora o humor. Dedicar um tempo diário à horta pode ser uma forma eficaz de desconectar-se da rotina agitada.
5) Educação e aprendizado: Ter uma horta é uma excelente oportunidade de aprender mais sobre a natureza, os ciclos de crescimento das plantas e o cuidado com o meio ambiente. Além disso, pode ser uma atividade educativa para crianças, que podem participar do processo de cultivo.
6) Sabor e qualidade: Os vegetais e ervas frescas cultivados em casa têm um sabor muito mais intenso do que os comprados no mercado. A colheita no momento certo preserva o aroma e a textura, melhorando significativamente a qualidade das refeições.
7) Maior controle sobre a alimentação: Quando cultivamos os nossos próprios alimentos, temos total controle do processo, desde o tipo de solo e adubos usados até a maneira como são colhidos e consumidos.
8) Aproveitamento de pequenos espaços: Não é preciso ter um quintal grande para cultivar uma horta. Mesmo em apartamentos, é possível criar hortas verticais ou usar vasos e jardineiras em varandas e janelas. Dessa forma um pequeno espaço que antes não tinha utilidade, pode ser transformado em uma fonte produtiva de alimento.
9) Estímulo à criatividade: A construção de uma horta envolve planejamento e criatividade. Você pode testar diferentes combinações de plantas e organizar o espaço de diferentes maneiras.
10) Conexão com a natureza: Uma horta em casa oferece uma maneira simples de restabelecer essa conexão, proporcionando um espaço onde é possível observar o crescimento das plantas e interagir com o ciclo natural dos alimentos.
No meu eBook, compartilho todo meu conhecimento e experiência adquiridos ao longo de anos cultivando hortas em vasos. Selecionei os 6 melhores cultivos para quem quer começar uma horta.
Com uma linguagem clara e objetiva, e acompanhado de diversas ilustrações, o eBook foi pensado para que até quem nunca plantou antes, possa entender e aplicar cada dica com facilidade.
A Tradescantia Zebrina, popularmente conhecida como Lambari, é uma planta ornamental muito apreciada por sua bela folhagem e fácil manutenção. Suas folhas coloridas fazem com que ela se destaque em qualquer lugar, sendo uma planta perfeita para vasos suspensos e arranjos. Além de ser bastante decorativa, ela também é resistente e adapta-se bem a diferentes ambientes, desde áreas internas com luz indireta até varandas e jardins sombreados.
Uma das maiores vantagens dessa planta é sua facilidade de cultivo. Ela requer pouca atenção, precisando apenas de regas moderadas, já que prefere solos úmidos, mas não encharcados. É resistente a variações de temperatura, desde que não seja exposta diretamente a sol intenso e direto por longos períodos. Podas regulares ajudam a manter a planta bonita e a estimular o seu crescimento.
A produção de mudas é extremamente simples, podendo ser feita a partir de estacas retiradas de galhos saudáveis. Essas estacas, quando colocadas diretamente no solo ou na água, enraízam com facilidade, garantindo uma nova planta em pouco tempo. É uma excelente opção para iniciantes na jardinagem ou para quem busca plantas práticas.
No vídeo abaixo estão 3 dos melhores vídeos já publicados aqui no blog e no canal sobre essa linda planta, com dicas de cultivo, produção de mudas e muito mais.
Além de sua função ornamental, deixando qualquer jardim mais colorido e bonito, a grama artificial pode ter outras utilidades quando usada em vasos, principalmente em relação a proteção do substrato.
Grama artificial em vaso
1) Proteção contra plantas invasoras
Uma das formas de proteger a terra, é evitar o crescimento das plantas invasoras, e a grama artificial consegue fazer esse trabalho. Ela funciona como uma barreira física que impede o crescimento dessas plantas, reduzindo a necessidade de manutenção. Então de certa forma ela faz a mesma função que faria as cascas de pinheiro ou até mesmo uma malha anti ervas.
2) Protege o substrato
Se o vaso está exposto ao vento ou à chuva, a grama artificial pode ajudar a manter o substrato no lugar, evitando que ele seja removido pela ação do vento ou carregado pela água. Além disso, ajuda a regular a temperatura do solo, evitando por exemplo, o aquecimento excessivo em dias quentes.
3) Reduz a evaporação
Ao cobrir o solo com a grama artificial, ela pode ajudar a reter a umidade, diminuindo a evaporação. Isso mantém o solo úmido por mais tempo, o que pode ser muito bom para diversas plantas, além de reduzir a frequência de regas.
A hortelã é sem dúvida uma das plantas mais simples de cultivar, é resistente à falta de água mas também consegue resistir caso haja água em excesso no solo. Por ter uma bela folhagem, muitas vezes a hortelã é cultivada como planta ornamental. O local de cultivo deve receber sol, a planta precisa de pelo menos 4 horas de sol direto. Quanto as regas, manter o solo levemente úmido é o suficiente, em locais de muito calor pode ser preciso realizar mais regas. Um substrato rico em matéria orgânica é importante. O ideal é cultivar a hortelã sozinha pois ela se espalha muito e pode invadir o espaço de outras plantas.
2) Melhor método para produzir mudas
Para fazer mudas a estaquia é o melhor método, devemos escolher galhos saudáveis entre 7 até no máximo os 12 cm para esse processo. Procure galhos que apresentem brotações, pois essas novas brotações vão ganhar mais força com a poda do galho principal. A grande dica é colocar os galhos em um copo com água para que eles criem raízes primeiro, retire as folhas da base do galho, apenas o galho deve ficar debaixo d'água, sem as folhas. Troque a água a cada dois dias até que as raízes apareçam, não deixe o copo em local de sol direto.
3) Como fazer o chá
Para fazer o chá só vamos precisar das folhas, dependendo do tamanho das folhas a quantidade pode variar, mas normalmente de 6 a 8 folhas para 200 ml de água é o suficiente. Devemos colocar a água para ferver e depois misturar as folhas e a água em um copo. Tapar o copo e esperar por uns 10 minutos mais ou menos, depois é só coar para retirar as folhas e o chá está pronto.
Os mini jardins são uma excelente maneira de decorar o jardim de uma forma diferente, podemos usar plantas que não sejam suculentas para esse tipo de trabalho, mas as suculentas são ótimas opções pois se adaptam com facilidade e são muito ornamentais. Vou utilizar: casca de pinheiro, dois vasos de barro, pedaços de grama artificial, pedras e plantas suculentas.
Vou plantar a Darley Sunshine no vaso de barro ela é uma planta bem resistente e se desenvolve com velocidade. Na parte de trás ficará a Sedeveria Letizia, gosto bastante dessa planta por conta de sua folhagem, ela preenche os espaços vazios com muita facilidade, e vou ter a grama artificial na frente dela, então é importante medir para não plantar as mudas no lugar errado e ter que refazer o trabalho quando for colocar a grama artificial.
Uma dica importante para o plantio das suculentas é não deixar as plantas soltas no solo. Ou seja, adicione terra e vá apertando em volta da planta para que ela fique firme no solo. Uma outra dica para quando for fazer o plantio de mudas uma ao lado da outra, é ter atenção para plantar as mudas maiores na parte de trás e as menores na frente, observar também a posição das folhagens, a ideia é não ter espaços vazios. Antes de plantar, posicione a planta no local desejado para conseguir ter uma noção de que ao plantar daquela forma os espaços serão preenchidos da melhor maneira possível.
Plantio da suculenta Sedeveria Letizia
Na lateral do vaso de barro, plantarei a Crassula, é evidente que as plantas não ficarão para sempre do mesmo tamanho no qual plantei, então será preciso fazer a manutenção do mini jardim, podando e replantando quando necessário.
Plantio da suculenta Crassula
Com todas as suculentas plantadas já podemos começar a colocar a decoração, que será: pedras, casca de pinheiro e a grama artificial. A decoração tem que ser a última coisa para não correr o risco de sujar com a terra. O mais difícil da montagem desse jardim foi fazer o corte exato da grama artificial.
Quanto as cascas de pinheiro, eu quebrei elas em pedaços menores, não fazia sentido para esse mini jardim ter pedaços tão grandes de casca de pinheiro. Dessa forma ficou mais proporcional e mais bonito. As pedras brancas vão servir para separar a casca de pinheiro da grama artificial, além de dar um colorido diferente ao mini jardim.
Nesse tutorial vou explicar como cultivar: Cenoura, Couve Galega e Coentro em um mesmo vaso. O tutorial esta dividido em 5 fases, apenas com textos explicativos. No final do tutorial você encontrará um vídeo completo com mais detalhes sobre a montagem dessa horta em vaso.
Fase 1) Preparação do substrato
A preparação da terra é a primeira e mais importante etapa para ter sucesso no cultivo de qualquer planta. Em casas de jardinagem existem diversos tipos de substrato, alguns são específicos para o cultivo de tomate, outros para o cultivo de ervas aromáticas, também é possível adquirir húmus de minhoca, entre outros. Para montar minha horta em vasos, eu procuro sempre por substratos universais para horta orgânica, esses tipos de substratos são especiais para o plantio de hortícolas e frutíferas, são produzidos de forma natural e não contém componentes químicos que podem nos fazer mal.
Para plantar cenouras o ideal é que a terra esteja bem solta, livre de pedras e outros materiais que podem atrapalhar o seu desenvolvimento, então eu costumo passar em uma peneira toda terra que eu vou utilizar no plantio de cenouras, assim consigo separar os resíduos da terra. Esse processo eu faço apenas para o cultivo das cenoura mesmo.
Fase 2) Semear a Cenoura, a Couve e o Coentro
Para semear a cenoura é bem simples, eu espalho as sementes por cima do solo e depois adiciono uma fina camada de terra por cima. Tem que ser mesmo bem fina para facilitar a germinação, menos de um centímetro é o suficiente. Depois que as mudas germinarem e elas estiverem com cerca de uns 15 dias, é preciso fazer o raleamento. Que é o processo onde fazemos a separação das mudas, infelizmente algumas mudas são perdidas nesse processo, se você tiver espaço, plante algumas mudas em outro local. Esse processo é importante e necessário, as cenouras precisam de um espaço mínimo para se desenvolverem, eu confesso que às vezes deixo algumas mudas muito próximas uma das outras, mas o espaçamento recomendado é de cerca de 5 cm de uma muda para outra no mínimo.
Para plantar as sementes de coentro basta abrir uma cova de aproximadamente 2 cm de profundidade. Adicionar as sementes e cobrir com terra, normalmente eu abro essa cova em uma linha reta, mas também é possível plantar de outras maneiras. O ideal é tentar dar um espaço mínimo de semente para semente, mas não tem problema se elas ficarem juntas. Não é preciso fazer o raleamento das mudas do coentro da mesma forma que temos que fazer com as da cenoura.
Regar as sementes recém plantadas é fundamental. Logo após o plantio das sementes faça uma rega generosa. De preferência use um borrifador para não tirar a semente do lugar com jatos fortes de água. Deixe o solo bem úmido nessa primeira rega após o plantio.
A couve eu prefiro não semear diretamente no local de plantio, pois um dia de chuva ou ventos fortes pode prejudicar o desenvolvimento das mudas. Então primeiro planto as sementes em uma sementeira, assim consigo controlar melhor o desenvolvimento das mudas. Gosto de reaproveitar materiais para usar como sementeira, a caixa de ovo é uma boa opção. Para plantar as semente basta adicionar um pouco de terra colocar as sementes e cobrir com uma fina camada de terra, normalmente coloco de três a quatro sementes em cada cova, quando elas começarem a germinar, removo as mais frágeis e menos desenvolvidas, deixando apenas uma em cada local, ou seja, se vou querer produzir 4 mudas de couve, vou plantar cerca de 10 a 12 sementes.
Fazer uma rega é importante após o plantio da semente, não se esqueça também de fazer furos no fundo do recipiente que será usado como sementeira. Depois disso é só manter o substrato úmido e esperar pela germinação.
Fase 3) Germinação das sementes
Normalmente a taxa de germinação da cenoura é bastante alta, então temos que remover algumas mudas para que o desenvolvimento seja satisfatório. É possível reaproveitar mudas em outros vasos, então remova as que parecem estar menos desenvolvidas e plante em outro vaso as mudas que sobrarem, dessa forma as mudas que ficarem vão ter espaço para se desenvolver.
O coentro também apresenta, de maneira geral, uma boa germinação. Quando as mudas já estiverem com uns 8 a 10 cm, pode ser interessante fazer uma reposição de terra nas laterais do coentro.
Em relação as mudas de couve, é quando elas já apresentam cerca de 8 cm de altura que eu faço o plantio delas no local definitivo.
Fase 4) Manutenção da horta
Essa fase é basicamente ter atenção ao ataque de pragas, as lagartas por exemplo, adoram as folhas da couve, temos que ter bastante cuidado para que elas não destruam nosso cultivo.
Realizar as regas é fundamental, a água é muito importante para o bom desenvolvimento da horta. Plantas invasoras podem nascer eventualmente, é fundamental fazer a retirada dessas plantas o quanto antes para que as plantas da horta não precisem disputar espaço e nutrientes com elas.
Oferecer nutrientes para as plantas durante o desenvolvimento também pode ser interessante, existem excelentes adubos líquidos para hortas orgânicas que podem ser comprados em casas de jardinagem e que vão ajudar muito no desenvolvimento da horta. Podemos também fazer adubações com cascas de ovos, borra de café, fazer uso do mulching, que é basicamente adicionar uma camada de folhas por cima da terra, essas folhas vão proteger o solo e oferecer nutrientes ao se decomporem. Também podemos fazer reposições de terra adicionando substrato novo, oferecendo assim mais nutrientes para as plantas.
Fase 5) Acompanhar o desenvolvimento e realizar a colheita no momento correto
Em um mês mais ou menos as muda de couve já estarão com 20 a 25 cm de altura, e depois de aproximadamente 50 dias, já é possível fazer a colheita de algumas folhas, mas para colher folhas grandes, o ideal é esperar cerca de 70 dias. Não se esqueça de fazer o tutoramento das muda de couve, que é basicamente colocar uma estaca ao lado do pé para orientar o seu crescimento.
Na colheita eu costumo retirar praticamente todas as folhas do pé, deixando apenas uma ou duas, mas deixar umas cinco folhas para esperar que elas cresçam um pouco mais, também não tem problema nenhum. Evite realizar a colheita nas horas mais quentes do dia, as primeiras horas da manhã, até mesmo antes do sol direto, costumam ser as melhores horas.
Normalmente a colheita do coentro é feita após cerca de 50 dias do plantio, no geral é uma planta que conforme podamos, ela ganha força e produz novas folhas. Então fazer colheitas frequentes é uma boa maneira de estar sempre estimulando o desenvolvimento de novos galhos e folhas do coentro, e dessa forma, teremos sempre folhas frescas para colher.
Colher as folhas mais antigas e das laterais é o ideal para estimular o desenvolvimento das novas folhas, também podemos cortar aqueles galhos maiores que vão se destacando e que apresentam folhas grandes. Utilize sempre uma tesoura para colher as folhas da couve e do coentro, tentar colher com as mãos pode acabar danificando a planta e prejudicando o seu desenvolvimento.
Como a cenoura está debaixo da terra, pode ser difícil saber se já está pronta ou não para a colheita, então uma indicação de que as cenouras estão prontas para a colheita, ou pelo menos próximas de estarem prontas, é quando folhas e galhos secos começam a aparecer. Mas você também pode cavar levemente em volta e observar se a cenoura aparenta estar com um tamanho razoável de profundidade, com cuidado para não danificar a cenoura.
Durante a colheita tenha cuidado ao puxar as cenouras pois elas podem quebrar, sendo assim, para evitar que isso ocorra, primeiro realize uma rega para deixar o solo bem solto, outra dica para tirar a cenoura com mais segurança é cavar em volta da muda. Use as mãos para fazer a colheita pois o uso de uma ferramenta, como por exemplo uma pá, aumenta o risco de danificarmos as cenouras.
Diferenças de tamanho de uma cenoura para outra é completamente normal, algumas vão sair maiores outras menores, algumas mais finas e outras mais grossas, e pode ocorrer também de algumas simplesmente não se desenvolverem.
Precisamos ter muita paciência no cultivo da cenoura, pois elas demoram bastante para germinar e mais ainda para se desenvolverem, a largura do vaso onde a cenoura será cultivada é importante já que precisamos de um espaçamento mínimo de uma cenoura para outra. Nem sempre a muda que apresenta mais folhas e mais galhos será a muda com a maior cenoura.
Cultivar uma horta em casa vai muito além de plantar o próprio alimento, mexer com a terra é extremamente prazeroso. Eu construi um e-book com os seis melhores cultivos para se começar uma horta em vasos, com uma linguagem fácil, prática e objetiva. Neste ebook você vai encontrar diversas dicas de como começar e montar uma horta em vasos com esses seis cultivos.
Junto você terá de brinde uma planilha para ajudar no controle da sua horta e mais um e-book com 10 receitas utilizando esses seis cultivos como ingredientes.
Te convido a visitar a página do e-book para mais informações.